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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ama-me três dias por semana 
e apaixona-te por mim nos restantes quatro.


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

tua.


domingo, 20 de fevereiro de 2011

Braga



Palavras para quê?
A Beleza está a nossa frente para a contemplarmos

Vista do Bom Jesus
Fim de semana em Braga

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Literatura


Book Addicted Confirmed

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Enjoy


Às vezes, temos apenas de aceitar o que a vida nos dá sem fazer perguntas.
Mesmo que nos deixe ansiosos, nervosos, confusos, perdidos.
Às vezes, basta aceitar e seguir em frente, rumo ao futuro.
Sem planos, nem medos, nem esperanças. Com coragem somente.
Às vezes, é só preciso apreciar... e sorrir.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Cansada. Ponto final

Já não consigo ler no computador fixo. Faz-me mal aos olhos.
Esta tarde adormeci duas vezes. Uma estava eu a estudar História. Ler isto foi um suplício. Não dá mais. Mas sinto que não fiz nada por saber isto.
Estou cansada. Uma dor insistente nas têmporas vai e vem. Faltei a Direito, não me apetecia mesmo nada.
Sinto-me naquele estado emocional pré-choro. Deve ser da música.
Tenho frio. Devia ir secar o cabelo.
Não tenho coragem para voltar a abrir o livro. Não vou subir a nota. Não importa.
Estou tão exausta... Sei que não sou a única. Mas este último esforço está a lançar-me por terra. Ontem quase me desfazia ao saber de mais um relatório todo complexo a fazer numa tarde, porque alguém na turma decidiu que eu dava uma boa nota a todos. Não o farei sozinha, mas a ideia cansa-me.
Acordar cansa-me.
Pensar cansa-me. Ponto final.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Cetim em copos de plástico. Às 21:12

As horas chegam. Moles. Os dias passam. Enfadonhos. As conversas morrem. Lentamente.
Tudo está mal quando não acaba. Tudo está bem quando adiamos o final. Vamos marcá-lo no calendário. Sublinhá-lo com marcador amarelo.
O vestido está pendurado na porta. Os olhos passam e param. A noite é memória de cetim e copos de plástico. Não queremos vidro no chão. Poupem as agoniadas de tacões nas mãos.
A música toca suave. Não muda. O disco vira e revira, sempre igual. Sempre mundano. Ninguém se dá ao trabalho de o mudar. Ou de ouvir com atenção.
A febre é elevada. Não há quem nomeia a doença. Importa mais o milagre que a ciência. Mas há-de a fé cravar uma estaca de madeira do peito. Cruz de prata em sangue. Contas de terço no chão.
Lado a lado, santos e bêbedos. Ninguém vê a diferença. Ambos deliram. Ambos dizem o que julgam ser verdade. Ambos são ícones, exemplos. E sãos são ainda os loucos.
E amanhã os crentes dormem. Não há princípios de trabalho que os rejam. Não há vontade que os arranque do pecado da preguiça. Coitados, fazem o que podem. Só não podem mais porque não o fazem.
A história é a mesma para todas as gerações. A Bela e o Monstro. O Lobo e o Capuchinho Vermelho. A Bela Adormecida, cega e ignorante. O estereotipo de princípe que arruinou casamentos. O estereotipo de bruxa que criou casamentos. A mentira do viveram felizes para sempre.
Mas vai haver um baile. Vão haver vestidos de baile. Vai haver música de baile, nem que sejam breves minutos. Há o sonho do baile.
Como tudo na vida, outro sonho. Ao cair da noite, serão copos de plástico e cetim no chão. Tacões nas mãos. E gente alegre porque é bêbeda e santa.

sábado, 8 de maio de 2010

Noite - parte 2

Agora fiquei curiosa e quero que a próxima sexta chegue depressa.
Não importa. Não devo querer sequer que a próxima semana passasse depressa.
(Tenho urgentemente de ir ver vestidos para o baile. 22 Maio. Organização. Muito trabalho. Suspiro.)
Olho o relógio e é 1.11. A noite foi assim... não sei. Aniversário. Boas conversas. Momentos estranhos. Sabem aquela sensação de "o que é que estou a fazer aqui"? Começou assim... Depois melhorou. E acabou. Ok, eu quis assim. Também, Daniela Mercury não é nada o meu estilo.
Vai haver Rock no nosso baile =)


O mundo gira e as gentes não caem. As vozes suspiram e praguejam, mas está tudo igual. O planeta aquece. As emoções aquecem. Vamos todos entrar em combustão.
O mundo já não é o mesmo. Nós não somos os mesmos.
Não sei o que quero de ti. Mudança. Sei o quero de mim. Futuro.
Depois podemos fugir os dois. Desta vez para fora das paredes. São de papel, simplesmente, mas alargam-se e moldam-se, não se abrem.
Um dia hei-de rasgá-las.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Music Break

Hoje vou-me descartar outra vez de escrever...

Take a Break with Music


quarta-feira, 28 de abril de 2010

.

Estou cansada. Ponto final.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Peaceful















I'm quite like this. Peaceful.

Pergunto-me: porque se chateiam as pessoas? Por que razão se irritam com causas perdidas, teimam e teimam quando, se pensarem um pouco, logo se apercebem de que é inútil. Por que motivo quase ninguém sabe, ou consegue, voltar costas a uma discussão. Eu admito não saber, muitas das vezes...
Vale ou não a pena arriscarmos tudo pelo orgulho de sairmos vencedores? Para não darmos o braço a torcer, torcemos mente e coração.
Algo a pensar...

domingo, 18 de abril de 2010

No dia do prémio, são premiados os lutadores

"Viver não é parar: é continuamente renascer. As cinzas não aquecem; as águas estagnadas cheiram mal. Bela! Bela!, não vale recordar o passado! O que tu foste, só tu o sabes: uma corajosa rapariga sempre sincera para consigo mesma."
in Diário, Florbela Espanca




















Hoje foi outro dia de chuva. Queria calçar sabrinas ou vestir saia, mas o Inverno não se rende, nem mesmo ao domingo. Contentei-me em vestir de saia a minha irmã, que caprichou para que lhe escolhesse a roupa; reclamou, reclamou, mas lá foi, e estava muito bem!
Isto tudo para ir a Loulé, e não importa que eu vá a Loulé todos os dias, receber o segundo prémio do tal concurso literário, pela segunda vez. A primeira, que foi em Lagos, faz amanhã um ano, foi a segunda postagem deste blog. Estamos quase de parabéns, dia 20. (O 2 pressegue-me =/)
Não foi nada de extraordinário, digo, mas foi importante. O reconhecimento é importante. Mas mais importante que ir alargando a minha colecção de poesia da Sophia, ou juntar outro diploma à parede, foi porventura aquela conversa, os conselhos que a minha professora de Português já me tinha dito, mas por outra boca, fazendo eco, fazendo sentido. Não podemos ficar à espera. Não posso parar e aguardar precisamente por esse reconhecimento. Há que fazer mais e melhor. Há que nunca parar. Tentar, tentar sempre, evoluir e mostrar vezes e vezes. Amanhã, talvez gostes mais do que escreverei amanhã do que do que escrevo hoje. Talvez amanhã me abras a porta. Talvez depois deixes passar tudo o que para trás ficou. "Encher o baú." Essa expressão da minha professora vai ficar, sempre. O meu lá vai enchendo, que cinco livros para dezassete anos é qualquer coisa. E eles lá vão dizendo, mais orgulhosos que eu, e as pessoas admiram-se, e aquelas que conhecem interessam-se, sugerem outros caminhos, que de certo sabem mais do que eu, e eu lá vou, enchendo-me de esperança, desbastando acompanhada o desconhecido, que há que ser humildes e admitir que não podemos fazer tudo sozinhos neste mundo. Não há que deixar os outros fazê-lo por nós, não, mas admita-se que ajuda é sempre precisa, conselhos são sempre necessários de ouvir, amigos são sempre essenciais para vencer, mesmo que nada mais façam que nos encorajar. E família! Um grande obrigada à minha, e a todos os outros, claro, não são precisos nomes para que eles o saibam.
Assim foi, um passo mais. Caminhando devagar, mas são assim as conquistas: primeiro a nossa casa, depois a nossa terra, a seguir o país e, por fim, o mundo. Só o tempo dirá onde cheguei, mas, sei eu, que agora já estou fora de casa.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Consciência estranha e outras coisas

Tive uma noite estranha. Acordei com uma consciência estranha. Uma voz que era a minha mas não pensava como eu. Era como se fizesse dos pensamentos um poema. Bem, era mesmo minha. E não se calava. De novo aquela história de gravadores de pensamentos...















Foi a noite. Ainda não caíra em sono profundo, ainda meio acordada, e já sonhava. Ridículo. Mas sonhava mesmo. Talvez delirasse. Acordada e a dormir ao mesmo tempo. Pois, impossível. Mas lembro-me de entreabrir e os olhos e nas sombras da cama ver a imagem do sonho desvanecer. Isso talvez explique a estranheza a mais na minha cabeça esta manhã.
Não me lembro de absolutamente nada, mas no desfazer do sono inconsciente, pela madruga, eu sei que andei a sonhar. Mais. Talvez a noite toda. Sentia-me ao acordar como se nem tivesse dormido. Mas os pensamentos disparavam, ilógicos, em versos sem rima, curtos e sem sentido. Como aquele poema que surgiu depois na aula de História. As aulas de História são sempre um problema. Lamento. Eu tento. Mas fico pela tentativa, porque muito pouco ouvi. Pudera. Ainda foram quatro páginas de divagações em verso. Se alguém quiser espreitar, está no meu blog dos poemas. Ando a escrever muitos nos últimos dias. Deve ser porque a minha mente está um tanto ou quanto ilógica e, bem, num poema, isso não se nota tanto. É mais facilmente disfarçável, se é que me entendem.
Talvez seja da doença, esta trindade nada santa de constipação, tosse e dor de garganta. Mas já fui à farmácia. É claro que a chuva, o vento e o debate de Direito (pobre voz) não ajudaram em nada. Isto é o que a escola faz a uma pessoa.
Há ainda a remota possibilidade de tudo isto, doença, claro, mas sonhos estranhos também, serem consequência do excesso de álcool do sangue. Será que matei alguma parte importante do meu cérebro? Não era assim, alucinada. Mas não estou preocupada.

Apercebi agora de uma coisa interessante. Dia 20 este blog faz um ano. O primeiro post, fora a apresentação, foi de 19 Abril, fora eu a Lagos, receber o mesmo 2º prémio do mesmo concurso que este domingo, 18 Abril, vou receber, agora em Loulé. Terei de escrever algo especial então. Não será problema. A literatura vai com as vontades, variáveis, mas ando com boa inspiração, necessidade, de vir aqui escrever.
Assim, até amanhã.

P.S. Notou-se que hoje estava de melhor humor. Acontece, lamento.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Doente, digo

"Dói tudo de todas as maneiras, suavemente"














Sinto-me cansada, doente. Dói-me isto e aquilo, mas não é grave. Um incómodo. Um grande incómodo. Hei-de sobreviver. Não me chateia a voz rouca. Aborrece-me o gasto extraordinário em lenços de papel. Tenho medo da fraca dor de garganta que vai e volta. É que eu tenho um historial de amigdalites bastante extenso.
Hoje foi o primeiro dia de aulas e tudo parecia o mesmo. O toque da campainha sempre pontual, embora por vezes demasiado cedo, outras demoradamente tarde. A conversa dos professores foi mais do mesmo, e ainda agora regressamos e já vamos acumulando trabalhos. Pessoalmente, não me encantam as matérias. Ainda sobrevivi de bom grado, arrastada, é certo, porque queria faltar, a Educação Física. Apesar de tudo, o exercício nem sempre é bom para a saúde.
De qualquer forma, faltam menos de dois meses e pressinto que tudo de vai precipitar até olhar para trás e dizer: já acabou? Exames à porta e universidade a caminho. Por agora, quero apenas pôr-me boa. Sentir-me enérgica, mais não seja para não me atolar na inércia das aulas e poder gritar como deve ser.
Saúde é uma coisa que faz muita falta...

segunda-feira, 8 de março de 2010

Dia da Mulher


What meant to be women?

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Leva-me a Viajar


Leva-me ao outro lado do mundo
Por uma vez, sem usar um transporte
De papel

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Home


Será sempre "a minha praia"
É assim que sei quando estou em casa

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Isto É o que Eu Quero


That's What I Want
Only That's What I Want

sábado, 30 de janeiro de 2010

Memórias Antigas


(Não era bem isto que queria, mas não tinha mais fotos no portátil. Estou chateada, e não ia adiantar escrever. Hoje ela tirou o dia para implicar comigo. Porque é que as pessoas não sabem pedir gentilmente em vez de começar ao gritos?? É tão enervante. Argh! Deve ser a trigésima vez que me irrito/irritam hoje. Ok, desculpem, não era para escrever.)