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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Efemeridade


Everything dies... even beauty

sábado, 24 de julho de 2010

Ao Natural

Os meus pés descalços pisaram a relva molhada, e foi a melhor sensação do dia. No céu crepuscular, brilhavam apenas duas estralas solitárias, mas uma grande e redonda Lua como um rosto de bebé. A música vibrava no ar junto dos meus ouvidos. Calçar-me foi um toque quente e agradável acariciando as plantas do pés. Aqui dentro, o ar já não tem aquela nocturna frescura, mas o calor aconchegante subsiste onde piso.
Esta é a minha imagem de hoje. A sensação. O presente da Natureza quando por cinco minutos nos damos ao prazer de sair de casa.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Enjoy


Às vezes, temos apenas de aceitar o que a vida nos dá sem fazer perguntas.
Mesmo que nos deixe ansiosos, nervosos, confusos, perdidos.
Às vezes, basta aceitar e seguir em frente, rumo ao futuro.
Sem planos, nem medos, nem esperanças. Com coragem somente.
Às vezes, é só preciso apreciar... e sorrir.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Não se vai o Inverno

Choveu. Como se o céu não tivesse fim. E houvesse nuvens atrás de nuvens.
Caiu granizo, ia eu dentro do carro.
Fez vento. Pergunto-me quem inventou os guarda-chuvas.
Houve relâmpagos. Únicas luzes num dia que parecia noite. Cinzento.
E trovoada, que estes dois são inseparáveis amantes, embora corra o segundo sempre atrás.
É Abril. Águas mil? Um milhão.
Primavera, diz-se, mas ao Sol nem vê-lo. Às flores, na florista. E cores? Em sonhos.
Foi assim, hoje. Molhado.
O Algarve precisa de umas galochas.

domingo, 4 de abril de 2010

Repercussões

Nem sei o que aconteceu hoje. Andei pela casa algo sonâmbula, sentindo-me - ainda - um caco.
Olhar aos espelhos? Não, nem por isso. É mais saudável. Ainda - ainda - não me mostram uma visão muito boa.
Vê-se mesmo que andei uma semana na "boa vida". É tosse, é constipação, é a garganta.
"Foste inteira e voltaste aos pedaços." Alguém cá em casa disse qualquer coisa parecida.
Hoje dormi até à hora do almoço, agora estou bem desperta e sei que o meu mal não é sono. Mas em compensação tenho muitos outros males.
Hoje também só liguei o telemóvel à tarde. Tocou e tocou e tocou. 10, 11 mensagens. Metade era dele. Hello!! Amizade, okay. Isto é um bocadinho de insistência a mais. Mas vão-lhe lá explicar isso.
Eu não respondi a ninguém... Será que percebeu a mensagem?
Não interessa.
Também andei a brincar com as fotos - paisagens, só paisagens - que tirei.
Ibiza...

domingo, 17 de janeiro de 2010

Some kind of fairytale


Um dia, eu vou voltar a ver um lugar assim

(Bruges, Bruxelas, 9-Out-08)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Bem

Bruges, Bélgica


Hoje está Sol

Está tudo bem

Vem comigo.

domingo, 8 de novembro de 2009

Sinto saudades do verde, do novo e do livre. De conhecer.


Bruges, Bélgica
9 de Outubro de 2008

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Hoje amanheceu assim...


Eu sei que se está a tornar hábito, mas não pude resistir. Fascina-me.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Amanhecer


Hoje quando acordei tinha esta surpresa à janela do meu quarto. Foi-me simplesmente impossível não ir a correr buscar a máquina fotográfica. E mesmo agora, dou por mim olhando de boca aberta para estas fotografias. A Natureza é fascinante, não acham?

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Toque de Natureza


(Hoje não me apetece escrever. Não adormeci na aula de História nem escrevi sequer. Tive uma espécie de problema com um trabalho de pares porque houve quem não se importasse. Fiz outro sozinha. E amanhã vai saber muito bem entregá-lo. Prometo que conto. Hoje estou em paz, dorida de EF, mas em paz. Não me importo com quem não se importa. "Na minha", como uma estrela-do-mar.)

sábado, 19 de setembro de 2009

Muralhas

domingo, 13 de setembro de 2009

Nostalgia


Bruges, Bélgica, 9-Out-08

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Azul e Verde


São Salvador

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Apresento-vos São Salvador



Vistas da janela da casa do meu tio
São Salvador, Mirandela, Norte de Portugal

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Continua...


Continua cá quando ele já não está...

Porque umas coisas vão e outras permanecem. Aqui, ele vive. No que deixou para nós ele vive. E viverá para sempre, sofrendo com tempo, mas todavia permanecendo.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Entre o Sol e a Lua

Eu tenho de escrever algo. Tenho de deixar algo aqui todos os dias. Uma parte de mim de entre as milhares que posso doar, que posso emprestar, que continuará todavia a ser minha.
Estava a pensar no Sol e na Lua. Na luz de ambos, a verdadeira e a falsa, mas, de qualquer forma, igualmente reais para nós. Neste ciclo interminável que também somos nós. Como ondas de um mar que vai e vem, do romper do dia, ao cair da noite e em todas essas horas de vazia escuridão. Uma vida ele é. A nossa vida. Crescendo nos seus braços orlados de espuma com o brilho da inocência. Aspirando a mais e então cruzando os oceanos em busca de um horizonte que nunca se alcança. E adormecendo por fim, nos negros confins das suas águas profundas. O Sol que se põe e a luz que dá lugar à escuridão.
Esta perfeição sem palavras, o ciclo contínuo que ninguém quebra, que existiu e existirá. Terá sempre existido? Há quando tempo o Sol e a Lua cruzam os céus numa perseguição que nunca termina, mesmo quando, aos nossos olhos, eles se sobrepõem? Não é uma questão religiosa, é uma questão nossa, plenamente humana, que nada tem de divino. E os astros ascendem na abobada celeste há tanto tempo quanto nós, cá em baixo, fazemos perguntas para as quais não temos – e provavelmente jamais teremos – resposta.
Não importa realmente. Não importa se sempre foi assim ou se sempre o será. Não importa porque temos a ingrata certeza de que amanhã não mudará. E mais: enquanto formos vivos, é cedo demais para mudar. Um dia, alguém discordará disso, se essa eternidade astral não for assim tão eterna, apenas com a duração da vida de um mundo. O nosso mundo. É certo que não viveríamos sem Sol, chama que nos aquece e beija de paixão o nosso caminho íngreme por uma estrada desconhecida. Mas o nosso mundo, a nossa Terra, seria a mesma Terra sem a Lua? Acredito que não. E não me refiro à magia que se perde como caldeirão de poção irremediavelmente entornado. Não. O vai e vem do mar em que navegamos como conchas perdidas à deriva, o vai vem das ondas que nos embalam e nos arrastam, que nos afagam e nos sufocam, que dão vida e dão morte, é ela, é a Lua que comanda. Sem ela, nada seria igual. O mar pararia. E as nossas vidas sucumbiriam à plácida monotonia de um espelho de reflexo parado, ora ofuscante demais para o fitarmos, ora tão negro como um buraco que ameaça nos engolir.
E nós, pérolas sem brilho, afundadas e enterradas nas areias do fundo do mar.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Lado a lado


Bruges, Bélgica, 9 de Outubro de 2008