terça-feira, 5 de julho de 2011

NOVA TEORIA LITERÁRIA:
A SAUDADE INIBE A INSPIRAÇÃO

é preciso mais provas?

sábado, 2 de julho de 2011

Faz falta

FAZ FALTA AMAR todos os dias
e a cada dia FAZ FALTA AJUDAR
FAZ FALTA SONHAR todas as noites
e a cada noite FAZ FALTA ACREDITAR
FAZ FALTA AGIR todas as manhãs
e a cada manhã FAZ FALTA SORRIR
FAZ FALTA AO MUNDO pessoas com fé nele
e ao mundo FAZEM FALTA PESSOAS COMO TU

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A message to Life

Não me pregues sustos, Vida, não me pregues sustos.
Não me tentes com o que não posso ter, não queiras violar a minha moral.
Não me faças arrepender, não me faças chorar.
Não deixes que a minha consciência fique pesada, não permitas que o mesmo pensamento se repita vez após vez como um disco riscado.
Não me permitas acumular erros como quem colecciona moedas, velhas e passadas de mão em mão, gastas, gastas como as asneiras que insistimos em cometer.
Não maltrates o meu coração, Vida, não o maltrates, por favor.
Não me obrigues a percorrer acordada as longas horas da noite e não me tragas pesadelos.
Não destruas os meus sonhos, não quebres as minhas ilusões, Vida, não mates o meu amor.
Não mates o meu amor.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Amizade


Believe me, is what we need the most...
Maio 2011

terça-feira, 28 de junho de 2011

Entre Obrigada e Desculpa, Silêncio

A qualquer hora que me chames, eu estarei aqui para ti. Para qualquer pergunta que faças, eu terei algo a dizer em resposta. Pode não ser o acertado, o fácil ou o inteligente, pode até nem fazer sentido, mas ainda que não te dê a sabedoria que não possuo, dou-te o tempo e a atenção de que disponho. Por vezes, pode ser necessário que a peças. Por vezes, pode ser que tenhas de gritar comigo para te ouvir, mas se e sempre que te ouvir, não te vou ignorar. É apenas uma questão de sair deste alheamento inconsciente da realidade e abrir os olhos para o mundo palpável, como caminhar à beira de um sonho, na fronteira entre o acordado e o adormecido, tão vulnerável que basta um pequeno empurrão. Não tenhas medo de me empurrar. A queda não é assim tão grande. E por tudo o que devia ter feito e não fiz, por tudo o que devia ter dito e não disse, e por tudo o que não fiz e devia ter feito e fiz e não devia ter feito; por todas as falhas que consigas enumerar, há uma desculpa pouco ética e talvez menos ainda aceitável, mas tenta equacioná-la com a falta de intenção e sem nunca esquecer que, mesmo que às vezes não aparente, és importante, fazes falta e magoa-me tanto como a ti qualquer pedra no caminho, mesmo jogada inconsequentemente por mim; e todas as conversas falhadas repetem-se como um disco estragado e eu gostava de voltar aos dias em que ainda não te tinha desiludido.
Porque, no final, soa como se tudo tivesse começado bem e acabado mal. Porque não se me acalma a alma com estes assuntos mal resolvidos, e deixar em suspenso, como uma amizade presa por um fim, a nossa história por estes breves meses parece errado e angustiante, cheguei aqui, na incerteza de fazer algum sentido com estas palavras, porque a única coisa que sei é que não estava tudo bem. Precisava de achar o contrário. Precisava que soubesses isso, isto, tudo isto. Porque o meu silêncio nunca é de indiferença. Neste momento, ele guarda duas palavras: Obrigada e Desculpa.
Não peço a ninguém que esqueça. Peço apenas que seja eu e não o tempo ou distância a apagar alguma mágoa. Peço um novo começo em Setembro. Peço que a nossa amizade não se perca no Verão.

sábado, 25 de junho de 2011

ODEIO DESPEDIDAS
JÁ TENHO SAUDADES TUAS
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sexta-feira, 24 de junho de 2011

VAI SER UM VERÃO ESTRANHO
PONTO FINAL
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